Deuses Africanos

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Descobertas

Aqui na minha primeira postagem registro as primeiras descobertas fortuitas de um dia, um convite amistoso que viria agradavelmente contribuir para experiências incalculáveis ou até mesmo inexistente que permearam a vida como um todo, contemplando-o com visualizações muitas vezes profanas, medonhas e perigosas, mas que alimentaram este escritos ao divagarem acerca de uma miragem grega, todo um olhar envolto e direcionado às pequenas regiões que circundavam todo um conjunto, compondo o todo de forma artística a cultural, uma visão dantes vista, uma visão exacerbada de contornos perfeitos emoldurados numa pintura impressionista ou até mesmo da nouvelle vague, por que não?
Diante de um cenário lúgubre a ilustração de um adonis, de uma perfeição grega, magnânima por sua composição, esculpida por traços inimagináveis e inconcebíveis diante das obras divinas e afrescos que traçam todo o histórico da arte clássica, mas essa arte está presente numa obra muito mais de prima, muito mais que viva, uma obra extemporânea e inteiramente fora de uma realidade conjunta, considerando todo o arcabouço literário existente.
O dia finalizou com a imagem perene, forte, obscura e secreta do que os olhos jamais poderiam esquecer ou muito menos atribuir e/ou substituir por outra, não se poderia realizar tal feito, não se poderia desprezar essa experiência milagrosa, existencial e introspectiva que invadia minha alma como invade o fim da vida e esse mesmo fim não poderia ser aceito como término, mas como relato de um suposto prazer visceral e ótico, nada que fosse além dessa tangível experiência como descoberta de um dia.

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